O corpo de um homem foi encontrado esquartejado dentro de três sacolas plásticas na rua Xavier da Cunha, no bairro Nonoai, na zona Sul da Capital, na noite de quarta-feira. Os sacos foram deixados em uma área denominada de “cantão” e foram encontrados por uma criança que brincava no local. O capitão Denis Andreatta informou que tomaram conhecimento do crime por intermédio de um telefonema anônimo ao telefone 190. “Recebemos a informação do encontro de um corpo humano esquartejado e as guarnições rapidamente se deslocaram ao endereço indica para isolamento e preservação do local de crime”, explicou. Os policiais militares ainda acionaram a Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias (IGP).
A identificação da vítima foi possibilitada pelas impressões digitais, mas não foi revelada pelas autoridades. “Era natural de Canoas e tinha passagens pelo sistema prisional”, salientou Andreatta. Segundo ele, o homem deixou o sistema penitenciário há uma semana e usava tornozeleira eletrônica. “Sua ficha criminal aponta para a possibilidade de o esquartejamento ter sido motivado por seu envolvimento com o tráfico”.
A Polícia Civil acredita que a execução tenha ocorrido em outro local e, somente depois, as partes do corpo, acondicionadas, foram deixadas na via pública. Não havia marcas de disparos de arma de fogo no cadáver. O caso será investigado pela 6ª Delegacia de Homicídios que, até ontem, não vinculava a execução ao possível envolvendo da vítima como facções criminosas.
Em Canoas, também na noite de quarta-feira, um homem foi morto na rua José Antônio Lucchese Gusmão, no bairro São José. Segundo informações de agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, pistoleiros que estavam em um veículo Sedan chegaram inesperadamente e abriram fogo contra a vítima, que se encontrava em via pública. Anteriormente, sua casa teria sido invadida por criminosos. As motivações do crime serão investigadas pela Polícia.
Receba as notícias do Site OBSERVADOR REGIONAL no seu celular: CLIQUE AQUI e faça parte do nosso grupo de WhatsApp
Fonte: Correio do Povo






















