Conforme noticiado pelo Portal Rádio Cidade Santo Ângelo na tarde de quinta-feira(04), a familia ainda não obteve informações sobre o paradeiro do jovem
A família do jovem santo-angelense Everson Kauã Machado Prado vive momentos de angústia desde a noite da última terça-feira, 3 de junho, quando ele foi visto pela última vez. O desaparecimento foi oficialmente registrado junto à Polícia Civil de Santo Ângelo na quarta-feira (4), que já iniciou os procedimentos de investigação para tentar localizar o rapaz.
De acordo com as informações repassadas pela família, Everson saiu de casa por volta das 20h informando que iria até a residência de um amigo e retornaria logo em seguida. Conforme apurado, ele permaneceu no local durante parte da noite, porém deixou a residência por volta das 21h, relatando que iria se encontrar com uma jovem.
Desde então, familiares, amigos e pessoas próximas não tiveram mais contato com o jovem. Segundo o relato registrado no boletim de ocorrência, Everson não atende chamadas telefônicas e também não responde mensagens enviadas por aplicativos de comunicação.
A mãe do jovem, Julia Machado, informou que diversas pessoas entraram em contato nas últimas horas relatando supostos avistamentos do filho em diferentes pontos da cidade. No entanto, até o momento, nenhuma das informações foi confirmada.
“De madrugada me ligaram e falaram que viram ele perto do Comercial usando drogas, mas meu filho não usa drogas e não tem envolvimento com nada disso. Ele é um rapaz trabalhador, está há cerca de dois anos trabalhando no Weinert da Marechal”, afirmou a mãe.
No momento do desaparecimento, Everson vestia uma calça de moletom preta, casaco azul-escuro com a inscrição “NASA”, além de chinelo e meias.
A Polícia Civil trata o caso como desaparecimento de pessoa e segue realizando diligências para esclarecer os fatos e localizar o jovem. Familiares reforçam o pedido para que qualquer informação concreta sobre o paradeiro de Everson seja comunicada imediatamente às autoridades.
Informações podem ser repassadas à Polícia Civil ou à Brigada Militar através dos canais oficiais de emergência. A família segue mobilizada e pede a colaboração da comunidade para auxiliar nas buscas.
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