Após as 3 etapas iniciais (Leia a coluna da semana passada), inicia-se última etapa, que será um novo normal. Este novo normal será construído durante a crise e se solidificará com os resquícios da crise. O que já se pode afirmar sobre o novo normal é que o home office se intensificará nos próximos anos, o que deve mudar a estrutura de muitas empresas.
Ainda não se pode mensurar quantos anos a tecnologia evoluiu durante a crise, mas é indubitável que o crescimento é expressivo. Cada vez mais, as reuniões de negócios serão à distância, lives de todos os tipos serão produzidas, a educação a distância (EAD) será intensificada e validada. Enfim, pessoas e estruturas vão estar próximas, mas com um custo muito menor.
Não existe, aqui, uma contradição aqui. Mas sim um reflexo do quanto o ser humano consegue se adaptar e utilizar os recursos de uma forma mais eficiente, apenas reprogramando sua rotina, de acordo com as prioridades. Hoje é possível perceber que as tomadas de decisão não são retardadas com a falta de um encontro presencial. Ao contrário do que se poderia pensar, muitos processos foram acelerados. Sim, haverá um novo normal, com muitos fatores operacionais e tecnológicos oriundos da pandemia.
Enfrentar uma tempestade sem as medidas mais básicas de proteção, faz com que seja muito mais difícil se resistir às consequências. E é exatamente esta a razão de existir deste texto.
Mesmo com uma base muito sólida, o dinheiro pode sofrer. Porém, também é possível aproveitar as oportunidades e fazer com que o patrimônio tenha uma gestão mais eficiente, com uma solidez, evitando, assim, uma surpresa.
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