A ausência ou supressão da verdade é uma estratégia para ganhar tempo sem perder a confiança do outro(a).
Acontece , quase sempre nos silêncios ou nas meias palavras, para que seu ouvinte entenda que tudo está nos conformes. Se ouver questionamentos, o(a) mentiroso(a), opta pela negação sistemática ou uso de violências. Até que se tornem públicas as consequências danosas daquela mentira. Tantas vêzes com danos irreparáveis.
Apesar deste ser um vício danoso para quem pratica e para quem o sofre, muitos ainda se aventuram nestes caminhos. Sejam os adultos falando para suas crianças do bicho papão, do papai noel ou do coelhinho da páscoa. Crianças maiores, tentando esconder de seus pais, seus pequenos delitos ou adolescentes, em seus vôos rasantes, se esqueirando dos seus pais e dos adultos. Quanto aos adultos, estes já se tornaram especialistas em meias verdades. E alguns, até mentem deliberadamente.
Mentem para sí mesmos.
A questão dos maus hábitos, como a mentira, se agrava e se exponencializa no momento em que alguém estiver no exercício de cargos ou funções públicas. Isso tudo pode se tornar um grande problema. A mentira é a porta de entrada de todas as outras questões ilegais que se estabelecem no meio de qualquer instituição.
Casamentos, parcerias comerciais…enfim, todos os entes públicos podem ser prejudicados com mentiras. Mais ainda, quando estas forem institucionalizadas.
A mentira é como um câncer. É preciso se apressar para tentar curar a sociedade dos indivíduos mentirosos.
Como tudo começa por mim e por você, nestes tempos desafiadores, analise sua forma de pensar, sentir e agir. Se, por ventura, você estiver influenciado por premissas falsas, fica o convite, para se renovar e se “aprumar”.
O mundo precisa muito de pessoas valorosas.
Ieda Maria.






















