A Mãe Madura

Vemos  mulheres,  tornando-se mães, antes de se descobrirem como seres únicos, independentes e capazes de cuidarem de sí mesmas.

Na sua quase  totalidade: mulheres frágeis, sonhadoras e impedidas de viver com autonomia. Quase sempre, frutos do patriarcalismo e das demandas deste sistema que oprime o feminino, tornando-as submissas ao padrão dominante. O mesmo padrão que nega a participação à vida e ofusca o raciocínio com futilidades e valorização descabida à aparência física. Atitudes, quase sempre cordatas.

Assim crescendo,  fragmentadas ou dogmáticas, não saberão escolher se querem, efetivamente, a maternidade. Esta, apenas será imposta como um processo natural de vida.    Algumas, mesmo sem querer ou se sentirem habilitadas para a maternidade, apenas assumirão este papel. Seja para  sairem da casa paterna ou para darem  um novo sentido às suas vidas…

Não elaboram, portanto, possíveis  abusos psicológicos vivenciados na casa paterna ou as memórias pesadas de ter presenciado a sua sagrada mãe, padecendo no paraíso. Isto é, anulada.

Elas, simplesmente, seguem o curso do caos. E, os resultados disso tudo, serão padrões de maternidade  tóxicos.

Gerar filhos, requer, primeiramente, que a maternidade seja desejada e assumida com responsabilidade e prumo.

A maternidade  não deve, portanto, impor  à  mulher, alienação da vida ou das outras funções necessárias para seu crescimento. Ao contrário, deve ser um ato consciente e amoroso. Que presuma e priorize a preocupação  consigo mesma e a construção de boas parcerias. Parcerias, tanto para o cuidado, quanto para a guarda,  o direcionamento e a educação da criança.

A maternidade, assim, torna-se um posicionamento claro, firme, equilibrado, equânime… Não apenas do relacionamento com o seu entorno, seu mundo, mas, principalmente, do relacionamento com a criança. Principalmente,  para orientar, ouvir e olhar nos olhos do seu filho, com transparência. Se necessário, sabendo dizer não. Para que seu filho não se ferre (se prejudique)  por demais. Isto significa, também, apoiar e permitir que ele se vá. Que ele tenha suas próprias experiências, cometa seus próprios erros e, consequentemene,  amadureça.

E, apesar de tudo, que seu filho saiba que pode voltar e contar contigo. Para se reinventar, sempre que precisar.

Enfim… permita-se, ser plena para alinhar o relacionamento  com seu filho.  Em qualquer fase da sua existência.

Modestamente, se desejar, ofereço palestras e cursos sobre educação de filhos.

Contato: iedamaria.palestras@gmail.com

ou

https://bancodepalestrantes.com/perfil/ieda-maria/

 

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