Bagé: MPRS ajuíza ação de improbidade contra ex-prefeito e mais seis pessoas por desvio de recursos públicos

WhatsApp Image 2022-07-15 at 09.14.17
ABC_OK-300x266
viatec-300x266
Benhur_BannerSite-300x266
lojaswagner_ok-300x266
Roque_2021-300x266
sicredi_ok-300x266
Imagem do WhatsApp de 2024-08-21 à(s) 08.33.39_6c2f42a8
BANNERSANTAINESNOVO
mart
bannter-site-cresol-consórcio_500x500px
607215935_1452982560064486_1535166482684901451_n
S-250760276 - Criação Campanha (PROCAP SICOOB CREDIAL 2026) 400x400px
baner rústica Observador

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) ajuizou, na sexta-feira, 24 de julho, ação de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Bagé e outras seis pessoas apontadas pela investigação como integrantes de um esquema de desvio e apropriação de recursos públicos municipais.O esquema teria utilizado a estrutura pública para beneficiar interesses particulares.

As investigações apontaram que recursos exigidos de servidores públicos, sob o disfarce de contribuição partidária, foram usados para custear despesas de ordem pessoal e familiar do ex-prefeito.De acordo com a ação, o caso veio à tona a partir de elementos reunidos em inquérito civil conduzido pelo MPRS e aprofundados posteriormente em investigação da Polícia Federal de Bagé, no âmbito da Operação Coactum.

Conforme apurado, ao longo dos dois mandatos do então gestor, entre 2017 e 2024, servidores comissionados e ocupantes de funções gratificadas da Prefeitura teriam sido pressionados a repassar parte dos seus vencimentos sob a justificativa de contribuição partidária. Os pagamentos eram exigidos como condição para nomeações, permanência nos cargos ou manutenção de benefícios funcionais. Servidores que não concordassem com os repasses poderiam sofrer exoneração ou perder vantagens ligadas às funções exercidas.

As apurações também indicam que parte significativa dos valores arrecadados não teria sido registrada na contabilidade oficial do partido político beneficiado, nem informada à Justiça Eleitoral. De acordo com a ação, os investigados teriam mantido uma espécie de caixa paralelo e uma parcela dos recursos teria sido utilizada em benefício pessoal do ex-prefeito.

Além disso, a Polícia Federal reuniu elementos que apontam para o pagamento, em dinheiro, de despesas particulares e familiares do ex-prefeito com recursos provenientes dessas contribuições feitas pelos servidores municipais.

Na ação, o MPRS pede o reconhecimento da prática de improbidade administrativa por enriquecimento ilícito e a aplicação das sanções previstas em lei, entre elas a devolução dos valores obtidos de forma irregular, a suspensão dos direitos políticos e a perda de eventual função pública ocupada pelos envolvidos. O processo passa agora à análise do Poder Judiciário, que decidirá sobre o mérito da ação. Os acusados terão garantidos o contraditório, a ampla defesa e a presunção de inocência até decisão definitiva da Justiça.

 

MPRS

Compartilhe:

ABC_OK-300x266
viatec-300x266
Benhur_BannerSite-300x266
WhatsApp Image 2022-07-15 at 09.14.17
lojaswagner_ok-300x266
Roque_2021-300x266
sicredi_ok-300x266
Imagem do WhatsApp de 2024-08-21 à(s) 08.33.39_6c2f42a8
BANNERSANTAINESNOVO
mart
bannter-site-cresol-consórcio_500x500px
607215935_1452982560064486_1535166482684901451_n
S-250760276 - Criação Campanha (PROCAP SICOOB CREDIAL 2026) 400x400px
baner rústica Observador

MAIS LIDAS

SELLNET-300x158
zanella
farmsantinesnova
Roque_2021-300x266-1-seo