Depois da defesa de Alexandra Salete Duogokesnki – aucasada de matar o filho, Rafael Winques, de 11 anos – abandonar o plenário ao não concordar com o não aceite pela juíza do caso, de uma suposta prova envolvendo um áudio que o menino teria encaminhado ao pai no dia seguinte à data do crime, o julgamento foi encerrado.

Diante disso, o Ministério Público se manifestou contrário a conduta da defesa da ré. “O Ministério Público está revoltado com a conduta dos advogados de defesa, na medida que essa prova que eles dizem haver e ser bombástica estava nos autos desde o início. Possivelmente eles tenham guardado esse áudio para trazer ao plenário para gerar a possibilidade de mais uma tese da defesa, que deveria ter sido colocada para debate, na medida que nada prova que possa ser do menino esse áudio. O Ministério Público está pronto para o processo, para o plenário. Se o julgamento prosseguir hoje ou amanhã, estamos prontos. Por isso da revolta da Ministério Público com a conduta desses advogados” afirmou o promotor Diogo Gomes Taborda, em coletiva proferida após o encerramento da sessão.

A expectativa é de que o julgamento seja retomado, porém, ainda sem uma data específica, pois não é possível o prosseguimento de uma sessão de júri sem a presença da defesa.

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Fonte: Jornal Folha do Noroeste