Corsan afasta dois servidores suspeitos de envolvimento em fraude

Decisão foi confirmada pela direção da Corsan — Foto: Reprodução/RBS TV
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A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) confirmou, nesta terça-feira (21), o afastamento de dois servidores suspeitos de envolvimento em uma fraude em São Marcos, na Serra do Rio Grande do Sul. O caso, investigado pela Polícia Civil, pelo Tribunal de Contas e pelo Ministério Público, foi revelado em reportagem da RBS TV no dia 15 de setembro.

A reportagem da RBS TV procurou contato com o servidor Márcio Rabeschini, mas não obteve retorno. Ele foi indiciado pela Polícia Civil por suspeita de desvio de canos.

O dono da empreiteira JVL, Valmir Dávila, também foi indiciado. A investigação suspeita que a empresa foi beneficiada com pagamento de reparos na rede da Corsan. O empresário declarou que recebe com tranquilidade o resultado do inquérito e que também foi vítima do esquema. Ele responsabilizou os funcionários da estatal e a empreiteira que subcontratou para os serviços pelos problemas investigados. O empreiteiro ainda disse estar à disposição para ressarcir a Corsan.

Ao todo, sete pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil. Conforme a investigação, um suposto esquema de superfaturamento, obras fantasmas e desvio de tubulações estaria lesando os cofres da empresa pública. Em três anos, o prejuízo à companhia de saneamento teria sido de quase R$ 700 mil.

As denúncias na Corsan se arrastam desde 2018, quando uma auditoria interna apontou os mesmos problemas, com suspeita de envolvimento de um funcionário. Um relatório indica que um mesmo serviço foi cobrado três vezes pela empreiteira, que teria subcontratado uma empresa pertencente à sogra do servidor para realizar as obras.

O caso foi denunciado por um funcionário da Corsan que não quis se identificar. Ele conta que, nos relatórios de fiscalização dos serviços supostamente prestados pela terceirizada, aparecem fotos iguais para consertos diferentes.

A apuração aponta que oito reparos feitos no suposto esquema custaram à Corsan R$ 13,5 mil, mas o valor real das obras, conforme os auditorias, não passaria de R$ 3 mil.

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Fonte: Gaúcha ZH

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