As lideranças da Federação que agrupa PT, PCdoB e PV, nomeada como “Brasil da Esperança”, se reuniram para assinar e oficializar as candidaturas. Em conversa remota e fechada, os partidos ajustaram os últimos detalhes e a distribuição de cada um dos membros na nominata.
Na oportunidade, foi oficializada a candidatura de Edegar Pretto (PT) como vice de Juliana Brizola (PDT), além de formalizar Paulo Pimenta na disputa ao senado, com Vieira da Cunha (PDT), ainda pré-candidato, e Tamyres Filgueira (PT) na suplência. Henrique Fontana (PT) e Lucas Caregnato (PT) também foram oficializados como suplentes na chapa de Manuela D’Ávila (Psol).
Cícero Balestro, secretário-geral do PT no RS, indicou que essa separação é praxe para o partido. “Nosso estatuto permite essa forma de convenção. Os nomes já estão todos definidos e foram decididos pelos delegados. Essa reunião vai ser só para cumprir os trâmites burocráticos e as assinaturas, junto dos líderes dos outros partidos da aliança”, indicou. PT e PDT promoverão um ato político conjunto neste sábado (25), voltado aos filiados e apoiadores dos partidos, ainda que os trâmites legais já tenha ocorrido durante esta reunião remota.
Como fazem parte de uma federação, o Partido dos Trabalhadores precisa negociar com os aliados a proporção que cada partido terá dentro da nominata. Das 32 vagas da lista para a Câmara dos Deputados, o PT incluiu 21 nomes. Já para a ALRS, com 56 inscrições possíveis, serão 40 candidatos.
Atualmente, o PT conta com 11 cadeiras na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) e seis na Câmara dos Deputados. Balestro indicou que o PT não define meta objetiva de crescimento do número de eleitos, mas que deseja manter o tamanho da bancada em ambas esferas. “Temos a maior bancada na ALRS e uma das maiores no congresso. Nosso esforço vai estar em manter essa condição, mesmo com o processo de renovação que precisaremos ter”, apontou o secretário-geral do PT-RS.
Correio do Povo






















