Frederico Wesphalen registra caso suspeito de microcefalia

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Perímetros encefálicos menores que 32 cm já deve ser investigados. Foto: Divulgação

Um caso suspeito de microcefalia acionou o botão de alerta em Frederico Westphalen nesta semana.

O bebê nasceu na segunda-feira, 1° de fevereiro, com peso e tamanho normais. Ele apresenta perímetro encefálico de 29 centímetros, quando a média considerada normal é de 33 a 34 cm.

De acordo com o pediatra Jorge Rosés, que atendeu a criança após o parto, as medidas chamaram a atenção. “Pode ser que não tenha nada a ver com o vírus da Zika, mas há uma preocupação porque existe a possibilidade.

A mãe andou por locais onde teve circulação do vírus da dengue, que pode ter sido Zika também. Ao constatar a possibilidade de microcefalia, que pode ser considerada com medidas abaixo de 32 cm, realizamos a coleta de material e encaminhamos conforme protocolos , comentou.

Amostras da criança e da mãe foram encaminhadas para o Laboratório central do Estado (Lacen). De acordo com o departamento de epidemiologia da 19ª Coordenadoria Regional de Saúde (19ª CRS), o resultado dos exames pode demorar de 5 a 20 dias para ficar pronto.

– Agora vai se analisar essa criança, mas já fica o alerta, é o primeiro caso aqui na região depois desse surto no país e do alerta da Organização Mundial de Saúde (OMS). Então é o momento de acendermos a luz de alerta e ficar atentos, pois se for confirmado, certamente teremos outros tantos, uma vez que a nossa região tem o vetor e vai também ter a doença – enfatizou o pediatra.

O Hospital Divina Providência encaminhou ainda na quarta-feira, 3, o formulário eletrônico ao Ministério da Saúde e fez a notificação à Secretaria Municipal de Saúde e à 19ª CRS, que a partir de agora acompanham o caso. A espera é pela confirmação ou não de microcefalia e a possível origem da má-formação. Possíveis causas e diagnóstico.

Muito se fala da ligação do Zika Vírus com a doença, mas ainda pouco se conhece dessa relação. Os exames feitos no Lacen devem apontar a causa da má-formação, que pode também estar relacionada à toxoplasmose, ao vírus da inclusão citomegálica e à rubéola.

De acordo com a 19ª CRS, possivelmente mãe e criança serão encaminhadas ao Hospital de Clínicas para a confirmação do diagnóstico de microcefalia.

Postada originalmente em: 2016-02-08 02:00:00

Categoria original: Saúde

Fonte: Heloise Santi/Folha do Noroeste

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