Hospital de Caridade de Ijuí suspende temporariamente procedimentos eletivos

Hospital de Caridade de Ijuí. Foto: assessoria de imprensa
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As diretorias administrativa, técnica e clínica do Hospital de Caridade de Ijuí (HCI) emitiram conjuntamente um ofício circular à Promotoria de Justiça Cível do RS, à 17ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), ao Conselho Regional de Medicina do RS (Cremers), ao Conselho Regional de Enfermagem do RS (Coren), ao Conselho Regional de Farmácia do RS (CRF) e ao Corpo Clínico da Instituição de Saúde, comunicando sobre a “suspensão temporária da realização de procedimentos eletivos no HCI, em razão do risco de desabastecimento de medicamentos e materiais hospitalares”, na sexta-feira, dia 03.

Conforme o documento enviado aos órgãos controladores, o HCI “tem sido informado pelas empresas fornecedoras de medicamentos, materiais e produtos hospitalares a respeito da impossibilidade de comercialização de bens, devido à falta de matéria-prima para as embalagens dos produtos”.

“Encaminhamos o comunicado pontuando a dificuldade de compra de alguns materiais. Não temos nenhuma restrição ao atendimento de urgência e emergência. Como medida preventiva, reagendamos as cirurgias eletivas de hoje e de amanhã, com objetivo de dar segurança a nossos pacientes internados”, comenta o diretor administrativo do HCI, Marcelo Padoin Canazaro. “Reforçando que se trata de uma medida preventiva, enquanto buscamos uma solução imediata para essa dificuldade que atinge a todos os hospitais.”

Não se trata de uma situação exclusiva do HCI, uma vez que o quadro é generalizado no País, devido aos impactos gerados pelo novo lockdown na China, após o país registrar um aumento de casos de Covid-19 em abril, afetando diretamente o comércio exterior das indústrias do Brasil. A ação pode desencadear uma nova crise de desabastecimento de insumos, produtos e componentes essenciais para a produção de grande parte das empresas brasileiras, assim como aconteceu no período mais agudo da pandemia. A China é o maior parceiro comercial do Brasil.

No Rio Grande do Sul, a falta de medicamentos em farmácias, inclusive privadas, municípios e hospitais já tem causado restrições em cirurgias. Conforme o Conselho Regional de Farmácia a falta de medicamentos é generalizada, e uma das causas é a escassez de matéria-prima. Atualmente, cerca de 90% dos insumos usados no Brasil para a produção de medicamentos vêm da China e da Índia.

O Ministério da Saúde informou que trabalha junto com os conselhos municipais e estaduais de Saúde e com representantes das indústrias farmacêuticas para articular ações emergenciais que diminuam o desabastecimento de medicamentos.

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Fonte: HCI

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