Meteoro de grande magnitude explode sobre o mar de Capão da Canoa

Observatório Espacial Heller & Jung / Divulgação
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Um novo meteoro foi visto no céu do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (31). O fenômeno foi registrado pelo Observatório Espacial Heller & Jung às 22h58min sobre o mar de Capão da Canoa, no Litoral Norte.
Conforme o professor Carlos Jung, do Observatório, o evento é considerado um meteoro bólido, ou seja, de elevada magnitude, e, possivelmente, está associado a chuva Tau Herculídeas ainda em atividade. Meteoros com maiores magnitudes aparecem mais brilhosos no céu.
Ainda segundo Jung, o meteoro ingressou na atmosfera terrestre a uma altitude de 100,8 km e explodiu sobre a costa a 62,1 km. O fenômeno teve duração de 1,46 segundos e magnitude de -9.

A previsão é que a atividade da chuva de meteoros continue até domingo. Como essa é a primeira vez que a Terra passa pelas nuvens de fragmentos do cometa SW3, o tamanho dos fenômenos que podem ser visualizados é imprevisível.

— Essa queda na noite de terça é uma amostra que fragmentos maiores podem entrar na atmosfera — disse o professor Carlos Jung.

Mais cedo, na madrugada de terça, um meteoro de quase 10s foi registrado no céu do Estado. O evento foi resultado da chuva Tau Herculídeas, que foi observada em todo o país. Em Brasília, um outro meteoro bólido chegou a ser relatado, mas esse não foi documentado.

 

Abaixo do esperado
Estudos estimavam que, com a Terra interceptando a órbita dos detritos gerados pela fragmentação do SW3 pela primeira vez, era possível que fossem 10 mil ou até 100 mil meteoros por hora em condições ideais de observação.

No Rio Grande do Sul, era esperado que a chuva de meteoros Tau Herculídeas tivesse mais de 9 mil meteoros por hora no Rio Grande do Sul, de acordo com o professor Carlos Jung. Entretanto, a chuva observada durante a madrugada desta terça-feira, limitou-se a 100 meteoros por hora.

— Como foi uma simulação realizada em nível internacional, porque foi a primeira vez que ocorreu, pode nosso planeta não ter passado exatamente na trilha dos fragmentos — explica Jung.

 

Fonte: GZH

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