Quarto caso da varíola dos macacos é confirmado no RS

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Cinco dias após a notificação do terceiro caso da varíola dos macacos, a Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES) confirmou o quarto paciente diagnosticado com a doença no Estado. De acordo com a SES, o caso é de um homem morador da Região Metropolitana de Porto Alegre. Ele tem histórico de viagem para o exterior.

O estado de saúde do paciente não foi informado, assim como a idade. Entretanto, conforme a SES, todos quatro os diagnosticados com a varíola dos macacos, ou monkeypox, já passaram por atendimento e estão sendo monitorados.

Entre eles estão dois homens residentes na Região Metropolitana, um homem morador do exterior que esteve em visita à região e uma mulher residente no interior do Estado.  A confirmação do quarto caso foi divulgada nessa quarta-feira (13).

Veja, abaixo, orientação da Secretaria Estadual da Saúde (SES) sobre o que é considerado um caso suspeito de varíola dos macacos:

  • Pessoa que, a partir de 15/3/2022, apresente início súbito de erupção cutânea aguda sugestiva de monkeypox, única ou múltipla, em qualquer parte do corpo, associada ou não a adenomegalia ou relato de febre. E um dos seguintes vínculos:
  • Histórico de viagem a país endêmico ou com casos confirmados de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas
  • Histórico de contato íntimo com desconhecido e/ou parceiro casual, nos últimos 21 dias que antecederam o início dos sinais e sintomas
  • Ter vínculo epidemiológico com casos confirmados de monkeypox, desde 15/3/2022, nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas
    Ou ainda:
  • Ter vínculo epidemiológico com pessoas com histórico de viagem a país endêmico ou país com casos confirmados de monkeypox, desde 15/3/2022, nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas

A suspeita é confirmada com um laudo de exame laboratorial “positivo/detectável” para monkeypox vírus (MPXV) por diagnóstico molecular (PCR em tempo real e/ou sequenciamento).

Quais os sintomas da varíola dos macacos?

Os sintomas são semelhantes, em menor escala, aos observados em pacientes antigos de varíola: febre, dor de cabeça, dores musculares e dorsais durante os primeiros cinco dias. Depois, aparecem erupções – no rosto, palmas das mãos e solas dos pés -, lesões, pústulas e finalmente crostas.

Como é transmitida?

A infecção nos casos iniciais se deve ao contato direto com sangue, fluidos corporais, lesões na pele ou membranas mucosas de animais infectados. A transmissão secundária, de pessoa para pessoa, pode ser resultado do contato próximo com secreções infectadas das vias respiratórias, lesões na pele de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados com fluidos biológicos ou materiais das lesões de um paciente.

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Fonte: GZH

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