Recusa de Flávio à PF levanta dúvidas sobre modelo de segurança na campanha

Senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência • 19 de maio de 2026REUTERS/Mateus Bonomi
WhatsApp Image 2022-07-15 at 09.14.17
ABC_OK-300x266
viatec-300x266
Benhur_BannerSite-300x266
lojaswagner_ok-300x266
Roque_2021-300x266
sicredi_ok-300x266
Imagem do WhatsApp de 2024-08-21 à(s) 08.33.39_6c2f42a8
BANNERSANTAINESNOVO
mart
bannter-site-cresol-consórcio_500x500px
607215935_1452982560064486_1535166482684901451_n
S-250760276 - Criação Campanha (PROCAP SICOOB CREDIAL 2026) 400x400px
baner rústica Observador

Especialistas ouvidos pela CNN veem com cautela a decisão do pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL) de recusar a escolta da Polícia Federal na campanha presidencial e manter apenas a proteção da Polícia Legislativa do Senado.

Flávio afirmou temer a presença de “infiltrados” na equipe e disse que os policiais destacados para sua proteção sejam redirecionados para reforçar as investigações sobre as fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. Por ser senador, ele manterá o esquema da Polícia Legislativa do Senado, que já reforçou a equipe responsável por sua segurança.

Integrantes e ex-integrantes da PF ouvidos pela CNN afirmam que os dois modelos têm estruturas e alcances diferentes. No caso da Polícia Federal, a operação reúne proteção pessoalinteligênciaplanejamento de viagens e atuação de equipes em diferentes estados.

Equipes de inteligência também monitoram ameaçasmanifestaçõesredes sociaisfóruns na internet e ambientes da chamada “dark web“.

A depender da avaliação de risco, o esquema pode contar com carros blindados, sistemas próprios de comunicação, equipamentos contra drones e varreduras nos locais dos eventos.

O presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), Edvandir Felix de Paiva, afirma que a corporação tem condições técnicas para proteger qualquer candidato, independentemente de divergências políticas.

Paiva lembra que a PF fez a segurança de Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro.

“A Polícia Federal tem total condição técnica. Essa polarização não nasceu em 2026. Na eleição passada, fez a segurança do Lula no governo Bolsonaro, e não há notícia de preferência ou posicionamento de quem participou da operação”, afirmou.

Paiva destaca ainda que os policiais destinados à proteção de autoridades recebem treinamento contínuo no Brasil e no exterior.

O então diretor-geral da PF no governo Michel TemerFernando Segóvia, afirma que uma das diferenças está na integração entre proteção pessoal, inteligência, operações e unidades espalhadas pelo país.

Segundo ele, o planejamento da proteção de Flávio levaria em conta o atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha de 2018.

O histórico familiar, o ambiente de polarização e o grau de exposição do senador na disputa elevariam o nível de atenção dedicado ao candidato.

A análise de risco poderia considerar um monitoramento permanente de ameaças, mudanças de rota e inspeções mais rigorosas antes das agendas.

“A Polícia Federal tem muitos anos de experiência nessa área. Abrir mão de uma equipe tão bem preparada é uma decisão que merece cautela”, afirmou Segóvia.

O ex-diretor diz ainda que eventuais problemas de relacionamento com o responsável pela escolta poderiam ser resolvidos com a substituição do coordenador da equipe. Segundo ele, candidatos já solicitaram trocas desse tipo em outras campanhas, sem rejeitar toda a estrutura de proteção.

Fonte: CNM

Compartilhe:

ABC_OK-300x266
viatec-300x266
Benhur_BannerSite-300x266
WhatsApp Image 2022-07-15 at 09.14.17
lojaswagner_ok-300x266
Roque_2021-300x266
sicredi_ok-300x266
Imagem do WhatsApp de 2024-08-21 à(s) 08.33.39_6c2f42a8
BANNERSANTAINESNOVO
mart
bannter-site-cresol-consórcio_500x500px
607215935_1452982560064486_1535166482684901451_n
S-250760276 - Criação Campanha (PROCAP SICOOB CREDIAL 2026) 400x400px
baner rústica Observador

MAIS LIDAS

SELLNET-300x158
zanella
farmsantinesnova
Roque_2021-300x266-1-seo