Três Passos e Tenente Portela são alvos da “Operação Carcinoma” desencadeada pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (18)

Foto: Divulgação PF/RS
ABC_OK-300x266
viatec-300x266
Benhur_BannerSite-300x266
brigada-300x267
infe_ok-300x266
lojaswagner_ok-300x266
Roque_2021-300x266
sicredi_ok-300x266
Site_392x442
BanneFixoSite

A PF (Polícia Federal) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (18), a operação Carcinoma, para desarticular uma organização criminosa especializada em contrabando de cigarros do Paraguai, com atuação nos três Estados da Região Sul do Brasil.

Na ação, 80 policiais federais e 10 policiais rodoviários federais cumpriram dez mandados de prisão preventiva e 19 de busca e apreensão nas cidades gaúchas de Tenente Portela e Três Passos.

Em Santa Catarina, nos municípios de Chapecó, São Miguel do Oeste e Cordilheira Alta, e no Paraná, em Guaíra, Cascavel, Umuarama e Floresta. Também são executadas ordens judiciais para sequestro de veículos e valores em contas bancárias em virtude da prática de lavagem de dinheiro pela organização criminosa.

A investigação teve início em 2018, a partir da troca de informações entre o Núcleo de Inteligência da Delegacia de Polícia Federal de Santo Ângelo e o Serviço de Inteligência da Polícia Rodoviária Federal de Sarandi. A partir desse momento, as investigações ocorreram de maneira conjunta pela Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

A apuração identificou a atuação de grupo criminoso organizado, baseado na região Noroeste do Rio Grande do Sul, especializado no contrabando de cigarros paraguaios em larga escala.

Nesse período, em 19 flagrantes, foram apreendidos cerca de 12 milhões de maços de cigarros estrangeiros, 33 caminhões, oito automóveis e presas 44 pessoas. O valor estimado da mercadoria apreendida é de aproximadamente 60 milhões de reais, com aproximadamente 30 milhões em tributos sonegados.

Inicialmente, a organização criminosa utilizava caminhões registrados em nome dos próprios motoristas responsáveis pelo transporte dos cigarros contrabandeados. Com a sequência de prisões em flagrante e apreensões, o grupo passou a contratar “laranjas” para registro dos seus veículos, pagando uma espécie de “aluguel” mensal pelo nome emprestado à organização criminosa, sendo que alguns sequer possuíam carteira de habilitação.

Receba as notícias do Site OBSERVADOR REGIONAL no seu celular: CLIQUE AQUI e faça parte do nosso grupo de WhatsApp.

Fonte: O Sul

 

Compartilhe:

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on email
Share on telegram
ABC_OK-300x266
viatec-300x266
Benhur_BannerSite-300x266
brigada-300x267
infe_ok-300x266
lojaswagner_ok-300x266
Roque_2021-300x266
sicredi_ok-300x266
Site_392x442
FarmaciaVidaCoronelBicaco_Bannerok
PromoWeek_Consórcios_BannerSite_300x266px (1)

MAIS LIDAS

SELLNET-300x158
graficaomegaok
zanella
farmsantinesnova
Sellnet2