Tribunal do Júri absolve acusados de homicídio em conflito indígena

Créditos: Mateus Miotto/Rádio Uirapuru
ABC_OK-300x266
viatec-300x266
Benhur_BannerSite-300x266
brigada-300x267
infe_ok-300x266
lojaswagner_ok-300x266
Roque_2021-300x266
sicredi_ok-300x266
Site_392x442
BanneFixoSite

Após três dias de julgamento, os seis acusados do assassinato do jovem Nathan Cozer Hochmann, de 21 anos, foram absolvidos pelo Tribunal do Júri. A decisão foi tomada pela votação dos jurados, todos de Passo Fundo, sendo compostos por sete pessoas. O crime ocorreu em 2018 durante uma sequência de conflitos indígenas em Benjamim Constant do Sul. Na ocasião o prefeito da cidade supostamente foi preso na cadeia indígena e relatou agressões e tortura. O prefeito era tio da vítima e teria ido até a área indígena após o sobrinho ter sido morto em uma emboscada na estrada.

Segundo relatos da família, na época feito para a Uirapuru, o jovem, que morava com os pais saiu para comer uma pizza com os amigos. Eles foram até a cidade de Faxinalzinho, município vizinho, onde ficaram por quase uma hora. Por volta das 21h30, pegaram a estrada de volta e foram surpreendidos, segundo o pai de Nathan, por uma emboscada.

O pai relatou que “os índios cercaram eles com três carros e quando chegaram perto, colocaram a arma pra fora e atiraram. O pai Vitalino Hochmann disse ainda  que o filho tentou se abaixar, mas o tiro pegou nele pelas costas”. Assustado e sem entender o que estava acontecendo, o motorista perdeu o controle da direção e o carro capotou. Também conforme ele, o amigo do filho se jogou na capoeira e os índios saíram atrás, atirando. Quando os atiradores olharam dentro do carro e perceberam que haviam matado a pessoa errada, desistiram de investir contra a outra vítima e abandonaram o local.

Dias depois um grupo acusado foi preso e o julgamento aconteceu então em Passo Fundo, encerrando com a absolvição de todos. Cabe recurso.

O júri aconteceu na IMED pelo motivo do Foro Criminal de Passo Fundo passar por obras. Na defesa dos indígenas atuaram o advogado Roque Letti e sua banca. Na acusação atuou a promotora do Ministério Público Federal Daniela Citta. A juíza do caso foi a Dra. Priscila Pinto de Azevedo.

Receba as notícias do Site OBSERVADOR REGIONAL no seu celular: CLIQUE AQUI e faça parte do nosso grupo de WhatsApp
Fonte: Rádio Uirapuru

Compartilhe:

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on email
Share on telegram
ABC_OK-300x266
viatec-300x266
Benhur_BannerSite-300x266
brigada-300x267
infe_ok-300x266
lojaswagner_ok-300x266
Roque_2021-300x266
sicredi_ok-300x266
Site_392x442
FarmaciaVidaCoronelBicaco_Bannerok
PromoWeek_Consórcios_BannerSite_300x266px (1)

MAIS LIDAS

SELLNET-300x158
graficaomegaok
zanella
farmsantinesnova
Sellnet2