Vereadora eleita ‘para embelezar a mesa’ renuncia à segunda vice-presidência

Vereadora Iasmin Roloff (PT), de Canguçu, durante a sessão em que foi eleita a contragosto ao cargo de segunda vice-presidente da Câmara de Vereadores da cidade — Foto: Vivian Mattos / Câmara Municipal de Canguçu
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A vereadora Iasmin Roloff (PT) renunciou ao cargo de segunda vice-presidente da mesa diretora da Câmara de Vereadores de Canguçu, na Região Sul do Rio Grande do Sul, na primeira sessão do ano, realizada nesta quinta-feira (6). Iasmin havia sido eleita a contragosto para o cargo, na última sessão do ano passado, com votos de colegas que usaram como justificativa “embelezar a mesa” .
Com a renúncia da petista ao cargo, uma nova eleição foi feita pela Casa. Leandro Ehlert (MDB) acabou eleito para o posto com oito votos contra cinco dados ao colega Francisco Vilela (PP). Iasmin Roloff se absteve de votar.
Após a votação, o novo segundo vice-presidente da Câmara criticou a renúncia de Iasmin em plenário.

“A gente não concorda com o que aconteceu na última sessão, de uma vereadora desta Casa dizer que foi votada a contragosto. Essa vereadora foi procurada por um vereador da base e se comprometeu a, se fosse eleita, não fugir da raia. Ela colocou o nome à disposição e depois fugiu da raia”, disse Ehlert.

Relembre o caso
Na última sessão da Câmara de Vereadores de Canguçu em 2021, os 15 parlamentares votaram para escolher a mesa diretora para 2022. Candidata da oposição à presidência da casa, Iasmin teve menos votos do que Marcelo Maron (PTB), mas acabou surpreendida com votos para a segunda vice-presidência, cargo para o qual não tinha se candidatado.
Durante a votação, pelo menos três vereadores votaram em Iasmin usando a justificativa de “embelezar a mesa”, o que fez com que a parlamentar pedisse a palavra:
“Vereadores, por favor, quando forem votar em mim, que votem pela minha capacidade intelectual e não pela minha beleza”, contestou Iasmin.
Única mulher eleita vereadora em Canguçu, Iasmin é também a parlamentar mais jovem da legislatura, com 24 anos, e a única eleita por um partido de esquerda.
Com uma campanha baseada no apoio à agricultura familiar, em políticas afirmativas para mulheres e na valorização dos jovens, foi eleita com 928 votos.
Ao g1, logo após a votação, Iasmin disse que o posicionamento em relação à votação seria discutido com o seu partido. Desta vez, a reportagem não conseguiu novo contato com a vereadora.

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Fonte: G1

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