Segundo os participantes, a manifestação foi organizada para chamar a atenção da comunidade e do governo para o descaso com os educadores. Entre as reivindicaÇÕes estão o fim do parcelamento dos salários (neste mês ocorreu o 21º parcelamento), pela reposição salarial (há três anos não teve reposição nem mesmo da inflação do período) e retirada dos projetos de emenda constitucional, as PECs, que retiram direitos adquiridos ao longo de tempo, como plano de carreira e licença prêmio.
O governo do Estado alega que não tem recursos para pagar os salários em dia, mas por outro lado concede grandes incentivos para multinacionais, além de não cobrar quem deve para o Estado, mas é de ciência de todos que a educação deve ser prioridade para que se tenha desenvolvimento e crescimento e, que os recursos estão garantidos em lei, tanto para o pagamento de salários como para os investimentos em infraestrutura das escolas.
Segundo o CPERS/Sindicato, a greve não tem data para terminar e as adesões estão aumentando em todo o Estado e, para o dia 29 de setembro está marcada uma Assembleia Geral do Sindicato em Porto Alegre para definir os rumos da greve e a intensificação das mobilizaÇÕes caso o governo não apresente nenhuma proposta.
Postada originalmente em: 2017-09-21 20:53:00
Categoria original: Região Celeiro
Fonte: CPERS/Sindicato






















