Três vítimas do incêndio no Centro de Tratamento e Apoio a Dependentes Químicos em Carazinho foram identificadas

Até agora, no entanto, apenas sete das nove famílias forneceram o material comparativo para identificação via DNA. Foto: Carlos Ismael Moreira/ Secom
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Desde o dia do incêndio no Centro de Tratamento e Apoio a Dependentes Químicos – CETRAT, em Carazinho, no dia 23 de junho, o Instituto Geral de Perícia trabalha na identificação dos corpos das vítimas. Logo após do acidente apenas duas pessoas foram identificadas e as demais tiveram material genético coletado, assim como de familiares, para realização do procedimento a partir do DNA.

Nesta quarta-feira (13), o IGP informou que todas as amostras coletadas para a identificação das vítimas foram processadas. Três corpos já foram identificados e podem ser retirados pelos familiares.

Conforme a Divisão de Genética Forense, foram identificados até agora por DNA Idemar dos Reis e Luciano Serafim Lemos, moradores de Carazinho, e Adair Jose Langaro Nascimento, morador da cidade de Vila Lângaro.

Conforme o chefe da Divisão de Genética Forense, Gustavo Kortmann, no caso da identificação destas vítimas o processo foi mais ágil pois o material genético encaminhado para analise foi de pai, filha e irmão das vítimas. O profissional explica que nestes casos de parantescos é menor o número de análises de DNA’s das células que precisa ser feito para se encontrar o perfil compatível entre os materiais comparados .

Até agora, no entanto, apenas sete das nove famílias forneceram o material comparativo para identificação via DNA. Destas, quatro são de material genético fornecido exclusivamente pelas irmãs das vítimas, o que aumenta o tempo de processamento genético, muitas vezes necessitando da doação de saliva ou sangue de mais familiares para uma identificação conclusiva.

As demais identificações serão processadas tão breve chegarem as amostras dos familiares pendentes, já que as identificações humanas são tratadas como prioridade pelo Departamento e não há fila de espera.

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Fonte: Diário da Manhã

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