Levita, que faz 109 anos neste domingo (7); Zoraide, de 104; e Zulina, de 103, nasceram em Sergipe, vivem no Rio de Janeiro e atribuem a longevidade a hábitos simples, trabalho, alimentação caseira e convivência familiar.
Quando perguntam a Zoraide de Deus Mota qual é o segredo para chegar aos 104 anos, a resposta vem sem rodeios: “Não existe segredo. Tem que viver tranquilo, não fazer mal a ninguém e pensar no dia de amanhã.”
A irmã dela, Zulina de Deus Nunes, de 103 anos, costuma responder de forma ainda mais direta: “O segredo é saber viver.”
As explicações ajudam a resumir a trajetória de Zoraide, Zulina e Levita de Deus Nunes, que neste domingo (7) completa 109 anos. Juntas, elas somam 316 anos de vida e foram reconhecidas pela LongeviQuest, organização internacional especializada em validação de supercentenários, como o trio de irmãs vivas mais longevo do mundo.
As três nasceram em Cedro de São João, no interior de Sergipe — na época distrito de Propriá —, cresceram em uma família de 8 irmãos e atravessaram mais de um século de transformações no Brasil.
Viram o país passar pela chegada da televisão, pela popularização dos automóveis, da internet e dos celulares. Hoje, vivem em casas pela Zona Norte do Rio de Janeiro e continuam cercadas por filhos, netos, bisnetos e tataranetos.
Quando perguntam a Zoraide de Deus Mota qual é o segredo para chegar aos 104 anos, a resposta vem sem rodeios: “Não existe segredo. Tem que viver tranquilo, não fazer mal a ninguém e pensar no dia de amanhã.”
A irmã dela, Zulina de Deus Nunes, de 103 anos, costuma responder de forma ainda mais direta: “O segredo é saber viver.”
As explicações ajudam a resumir a trajetória de Zoraide, Zulina e Levita de Deus Nunes, que neste domingo (7) completa 109 anos. Juntas, elas somam 316 anos de vida e foram reconhecidas pela LongeviQuest, organização internacional especializada em validação de supercentenários, como o trio de irmãs vivas mais longevo do mundo.
As três nasceram em Cedro de São João, no interior de Sergipe — na época distrito de Propriá —, cresceram em uma família de 8 irmãos e atravessaram mais de um século de transformações no Brasil.
Viram o país passar pela chegada da televisão, pela popularização dos automóveis, da internet e dos celulares. Hoje, vivem em casas pela Zona Norte do Rio de Janeiro e continuam cercadas por filhos, netos, bisnetos e tataranetos.
Alimentação simples, trabalho e vida ativa
Apesar da idade impressionante, nenhuma delas acredita em fórmulas especiais para viver mais. Nas entrevistas, as respostas giram em torno de alguns temas em comum: alimentação simples, trabalho, independência financeira, convivência familiar e uma rotina sem excessos.
Zulina costuma lembrar da infância em Sergipe, quando boa parte dos alimentos era produzida pela própria família. O leite vinha das vacas e cabras criadas pelo pai, enquanto frutas, verduras e legumes eram cultivados no quintal. O milho era ralado manualmente para a produção de cuscuz.
“A gente sentia o gosto do cuscuz do milho, hoje não sente gosto de nada”, disse.
g1























